Midranda retorna do Abismo do Mar confiante, mas tomado pelo ódio.
Os seus olhos brilham com a força da morte e o seu corpo emana uma aura densa e escura, mas poderosíssima.
Midranda é o mais forte dentre todos os deuses e a sua energia divina manifesta-se assustadoramente nesse momento.
Invocando a Esfera Elemental Negra do Éter, Midranda realiza um ritual de necromancia e ressuscita os seus generais derrotados em batalha, Bagash e Raxgarus.
Em continuidade ao ritual, Midranda pronuncia palavras em uma língua antiga e desconhecida, a língua sagrada dos deuses, e manipula a sua Esfera Elemental com maestria.
Demonstrando um poder jamais presenciado por mortais, Midranda invoca um exército de mortos-vivos para serem liderados por seus generais revividos e pelos comandantes Asmodianos.
Em todo o continente, guerreiros do passado abandonam os seus túmulos e emergem da terra, à medida em que os seus corpos decompostos ganham vida e são chamados para ir até à presença do seu mestre.
A visão do próprio inferno se manifesta na terra de Priston.
Chegando em Pillai, as tropas de mortos-vivos se alinham em filas, posicionando-se para marchar contra os pristonianos.
O exército maligno é tão numeroso, que não é possível avistar o seu término na linha do horizonte.
Os tambores rufam e os gritos de guerra ecoam por todo o continente, anunciando a imolação.
O medo paralisa a todos em Ricarten.
A Sábia Celina sente que nem a deusa Idhas é capaz de enfrentar o terrível poder de Midranda.
Então, a deusa Idhas decide invocar a aliança dos deuses que lutaram contra Midranda no passado; e os deuses respondem ao seu apelo.
Doze Esferas Elementais surgem e começam a gravitar em torno da Esfera Elemental do Éter de Idhas, até que se fundem à ela, potencializando o seu poder e canalizando toda a força da aliança dos deuses através do corpo imortal da Sábia Celina.
Utilizando-se da técnica da “Fusão”, Celina materializa dois monólitos retirados da Lua Cheia e da Super Lua, no ápice de suas fases.
Com um único e delicado assopro de Celina sobre as pedras, os monólitos se transformam em finos grãos de areia, que se espalham por todo o continente após serem carregados pelas correntes de ar.
Logo após, Celina volta-se para o Conselho de Anciões e comunica:

- “Eu sou a deusa Idhas, senhora da inocência e da compaixão.
Represento a sagrada aliança dos deuses nesta terra que, mais uma vez, vos apoiará na guerra contra Midranda.
Presenteamos-vos com a proteção da força da Lua Cheia e da Super Lua para que possais defenderdes dos exércitos inimigos no campo de batalha.
Mas, a vossa fidelidade está sendo testada.
Somente aqueles que enfrentarem o exército de Midranda serão dignos de receber a nossa proteção”, esclarece Idhas.

Nesse momento, as hordas de Midranda avançam e, rapidamente, tomam conta de todo o continente.
Pela primeira vez, desde que Esquadrão Especial chegou à Ricarten e uniu-se à luta dos pristonianos, Gallia sente que não pode vencer essa batalha.
Abatida e sem conseguir concentrar-se nas suas visões, a Clériga do Templo, o Oráculo, recebe a inusitada visita de Anuc, o Carneiro.
Inesperadamente, Diana sente uma vontade irresistível de abraçá-lo.
Então, abraça-o calorosamente e o acolhe com todo o seu amor incondicional.

- “Finalmente, você compreendeu que parte de mim vive em você e que você também é uma parte de mim mesmo.
Parabéns, Diana, por não me rejeitar!
Você ganhará um presente meu, que é para ajudar o seu povo nesta batalha.
Todavia, assim como os deuses da superfície e dos céus exigem fidelidade, da mesma forma, os deuses do subterrâneo, também, cobram-na de você e dos seus irmãos e irmãs.
Somente os guerreiros que tiverem a coragem de enfrentar os exércitos de Midranda e me invocarem para guerrear por eles na frente de batalha, receberão as minhas bênçãos”, manifesta-se Anuc, o Carneiro.

Subitamente, o Carneiro Anuc toma a forma da mãe de Diana, que começa a conversar com ela:

- “Minha filha, você agiu corretamente para salvar a sua amiga.
Mas, rituais como o que você fez exigem um preço alto a ser pago por quem os realiza.
Lembre-se de todo o sofrimento que você passou quando decidiu navegar pela sua própria obscuridade.
Hoje, o nosso vínculo é mais profundo do que jamais foi, mas as ilusões sempre tentarão turvar a nossa visão ao longo da jornada”, adverte a mãe de Diana.
- “Obrigada, mãe!
Ao longo da minha existência, aprendi a não subestimar o mal”, responde Diana, concordando com a sua mãe, que desaparece logo em seguida.
Agravando ainda mais o cenário de desvantagem dos exércitos pristonianos, a irradiação do ódio de Midranda provoca um grande distúrbio nas forças em diversas dimensões e o demônio Cabeça de Abóbora ressurge para assombrar o continente mais uma vez.

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Derrote, novamente, os terríveis generais Bagash e Raxgarus e o imbatível exército de mortos-vivos de Midranda!
Expurgue o demônio Cabeça de Abóbora e salve o continente!
A derradeira batalha da Terceira Guerra dos Deuses começou!


Equipe Priston Tale