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[ENCERRADO] Concurso Cultural: "Contos Especiais"

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  • Rápido e furtivo, o Greedy em seu planador ataca os inimigos mais próximos e também em longa distância com seu ataque especial, atando-os de seguida com suas gigantes pernas e ataque imparável. Greedy é quase impenetrável, pois suas habilidades furtivas impedem que os nossos heróis cheguem até ele, apenas os soldados mais fortes do nosso exército são capazes de impedir seus planos, porém, há notícias de que Greedy está sendo invocado por aliados de Ricarten, o que poderia ser um perigo, pois se ele continuar aparecendo no Jardim da Liberdade com essas invocações, é temível que ele invada a cidade e cause uma grande catástrofe.

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    • Diz-se que o caminho de um Lutador é pavimentado com os corpos dos mortos em batalha. Para aquele a quem chamam Fighters, foi mesmo um longo caminho. Para forasteiros ignorantes, os monstros dos mapas que rodeam Ricarten são criaturas vulgares e brutas. A língua deles não existe por escrito apenas emitem sons; Para os lutadorse, o combate é a articulação perfeita do pensamento, a maior expressão do eu. Se matar é uma arte entre os lutadores, então se auto-intitulam o maior dos artistas. Ele compõe uma obra-prima a cada jorrada de sangue e a cada corte lâmina de seus machados. Aos que pensam que a vida de um Lutador é fácil, mal sabem quantas vidas eles deixam em pelo caminho em cada Battle Royalle e Castelo Bless, sendo os responsáveis por possuir o maior equílibrio de ataque durante uma luta.

      Vivo ou morto, os lutadores são incríveis, tanto é que derrotaram o maior dos vilões do continente com seus machados ferozes, utilizando-se para acabar com Greedy, o Gigante monstro de Arma Antiga, capaz de derrotar os mais nobres guerreiros, menos o próprio lutador, que indica a morte de Greedy apenas ao passar pela proximidade do mesmo, nem mesmo os mais fortes cavaleiros são capazes de pará-los quando o assunto é PvP, e isso faz deles a classe mais forte e violenta do continente de Priston, qual vilão iria se aventurar em entrar no caminho desse nosso grande herói, ou seria um anti-herói?

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      • Os sagrados escritos de Newter, O sábio, são as leis que regem e protegem a cidade de Pillai, sendo um dos responsáveis a enviar os heróis Morions para os campos de batalha.

        Ganhou esse poder de teletransporte após a ascensão de Midranda na cidade de Pillai, quando o temido vilão se apossou do trono pristoniano e afundou Pillai em caos.

        Após sua retirada a força da cidade, Newter se encarregou de utilizar a partir de poderes para a locomoção de Pillai, tornando a cidade invisível para aqueles que estão do lado de fora.

        Tudo isso para impedir que Midranda se manifestasse ou planejasse outro golpe a cidade, o que mantém Ricarten em risco, porém a atenção foi dobrada e soldados treinados estão a cerca de Ricarten para impedir qualquer ataque.

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        • Desde a época quando os anciões do Priston ainda eram jovens aprendizes, o Mago Real Ray enfrentava cotidianamente os mais terríveis vilões de priston, assim como o próprio Fúria, besta enjaulada pelos seus poderes sombrios.

          Hoje, Real Ray se esconde através de uma túnica que ele retirou de um Boss chamado Kavesky uma caveira gigante com poderes infernais, e desde então, Real Ray é assombrado e se refugiou na sagrada Pillai, onde apenas permite combates com o Fúria e acredita estar impedido de entrar no campo de batalha novamente, após acreditar ter sua alma amaldiçoada pela caveira jamais vista.

          Outra façanha de Real Ray, foi acabar com a existência do Babel, que foi uma terrível criatura, um demônio que assombrava as cidades pristonianas, não se vê um Babel há séculos, desde seu embate com Real Ray.

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          • Meu sonho é simplesmente conquistar a botas draxos, acho que assim fica evidente qual é o Boss pelo qual tenho maior treta, né? O bicho dropa essa bota a cada 10000 de dias, e sempre que eu falto, seja manja, seja noite, o bicho vai e dropa a parada. É o Boss que mais me tira do sério, a luvas greedy nem tenho esperanças, mas essas botas, oh.... Que diferença faria!!!

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            • A confusão

              Estava passando pelo Vale Tranquilo, quando do nada avistei algumas entidades que aparentemente não faziam parte daquele lugar, decidi me aproximar, ainda que de modo furtivo e atrás de árvores, para ver se eu conseguiria ao menos ouvi-los conversar.

              Ao me aproximar em aproximadamente 10 metros daquela reunião, pude perceber que se tratava de uma discussão para invadir Pillai, a minha cidade!!!

              Não estava conseguindo me conter, minha vontade era sair dali e resolver a parada, mas eu acabaria me colocando em risco, sem chances, ao menos puder escutar.

              Babel dizia para alguns grotescos que descobriu o portal para Pillai na estrada dos ventos, através de um informante que fazia parte da cidade, um mago!!!

              Fiquei triste com isso, pois o passo a seguir era se reunirem e invadirem a cidade, mas por sorte eu tinha em mãos um core, ainda que fosse para Ricarten de lá eu conseguiria contatar os demais membros da guilda para finalmente impedir o pior.

              Babel aparentava estar apreensivo pois sentia que algo ali não estava certo (será um sexto sentido?), Enquanto os grotescos o acalmaram os mesmo era inúmeros, a guerra seria de o babel, mais 300 grotescos contra toda a Pillai.

              Fui rapidamente avisar Verkan, que me deu um core para Pillai para que eu fosse direto a Raymon juntos com os guardas da cidade.

              Dito e feito, cheguei para Raymon, ele ordenou que todas as atalantas, sacerdotisas e xamãs estivessem a espreita para que os magos e cavaleiros fizessem a front.

              Mas ainda não tínhamos informação da invasão, porém pela quantidade de pessoas reunidas, não seria tarefa fácil para Babel e seus subordinados.

              Dias de passaram e tudo foi se acalmando os ânimos, talvez a informação tenha vazado novamente, ou simplesmente babel sabia que eu estava por trás daquelas árvores ou o que será que aconteceu?

              Quando um inesperado acontece, alguns grotescos chegaram até o portal para a entrada de Pillai e logo foram impedidos de entrar, enquanto recebemos a notícia de que a invasão foi em Ricarten e não se tratava de Pillai, mas sim de Phyllia.

              Com os guardas de Ricarten em Pillai, Ricarten ficou indefesa, talvez esse fosse o plano principal de Babel?

              Phyllia então foi sequestrada e até o presente momento não temos notícias do que houve, os anciões estão reunidos para discutir um plano, que poderá ser invadir a estrada de ferro e o coração de perum, morada de babel, mas não seria tarefa fácil.

              Os Tempskrons e os Morions se reuniram para o grande dia, recuperar Phyllia de seu sequestro insano.

              Fomos até os locais determinados e as duas equipes conseguiram conter babel, mas nada de Phyllia por ali.

              Ao retornarmos para cidade vimos que Phyllia estava no lugar de sempre, vendendo duas poções (oras bolas, o que foi que aconteceu?).

              Simplesmente tratava-se de um treinamento a um grupo seleto de elite de Ricarten com um dos magos perdidos de Pillai.

              O que eu vi no Vale tranquilo na verdade era uma invocação para um treinamento onde essa turma de elite teriam que derrota-los, e tudo ocorreu no castelo bless em plena segurança, considerando que a morte não lá não é absoluta.

              O babel era uma invocação do chama elemental do mago, porém com uma roupinha especial e os grotescos eram os próprios soldados do exército, porém com trajes nada amigáveis, porém tudo ocorreu bem.

              Mas fica a dica, de que nem tudo que vocês vêem e ouvem, são verdades reais!

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              • Queria finalmente utilizar todo meu poder, mas eu sempre fui impedido pelos espíritos de Raymon que vagueiam o continente, dizendo que minha alma era a mais forte dos últimos cem anos, sendo um cavaleiro, deveria utilizar minhas habilidades com calma para evitar desastres e sem deixar meu ego falar mais alto.

                Num momento de reflexão e ainda chateado com a situação decidi vagar pelo vale galubia e quem sabe encontrar Valento e o derrota-lo sozinho, até porque eu consigo.Andando por lá, vi algumas Caoscaras e derrubei elas facilmente, até porque minhas habilidades destroem qualquer inimigo morto-vivo.Valento surgiu, devido então ataca-lo, mas num golpe surreal ele me tirou mais da metade da vida, entrei em desespero e então Raymon aparece e destrói Valento.Diz ele que não posso agir dessa maneira senão jamais serei um cavaleiro real, com isso, ele me mostrou o caminho que preciso seguir e não poderei mais voltar a Vale Galubia até que cometesse o level 120.

                Com isso, Valento se tornou meu maior pesadelo e o Boss mais temido, pelo fato ocorrido, a minha busca a partir de agora é para derrotar Valento, mas até lá há um longo caminho a cruzar, enquanto isso esse Boss será e continuara sendo o mais temido do continente, até que eu o derrote e prove a Raymon minha lealdade.

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                • Era uma tarde de domingo, todos cansados após a batalha de castelo bless, o treinamento foi um sucesso, o nosso clã conquistou mais uma vez a almejada coroa, tudo parecia sob controle, até que voltássemos para Ricarten e víssemos a destruição que greedy causou por lá.
                  Parecia mentira, maso temido greedy se aproveitou do nosso evento semanal e invadiu a cidade.
                  Se intitulando de novo rei de Ricarten donos diretamente ao combate, considerando que a partir de agora temos um poder de ataque ainda maior.
                  E não deu outra, rapidamente destruímos greedy e pegamos o seu planador, retornando a arma antiga o invocamos por lá, para provar que jamais deveria desafiar o poder dos Tempskrons.

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                  • Dias de luta, dias de glória, a conquista de bosses no continente de Priston se tornam cada vez mais competitivas com as mais diversas e possíveis conquistas de itens. Seja desde as essências de fúria e até ao colocar de yagdita.

                    Vemos diariamente diversos jogadores buscando pelos famosos time bosses, tarefa árdua dos Boss Hunter's como são chamados.

                    Particularmente o Boss mais temido, ao menos por mim, é o Greedy, aquele monstro gigante capaz de trucidar todos que estejam a sua volta, até mesmo as arqueiras após o desbug do ataque especial, como disse o GM 'não saía nem ventinho'.

                    Enfim, esse evento está muito divertido, adorando ler a mensagem dos demais, e que todos aqueles que participaram consigam conquistar um item Boss!

                    Seja uma essência, um colar do kelvezu, ou até mesmo as luvas do Greedy... Senão as relíquias do Fúria e a partir daí, todas as outras para completar a coleção!!!

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                    • Era uma vez um mecânico chamado xxDark, ele era um jovem destemido e o seu objetivo era alcançar o level 130 e derrotar o terrivel Draxos e conquistar sua espada, foi uma jornada muito ardua começando por jardim da liberdade, passando por ruinem e oasis, chegando aos terrivei 1 e 2 andar de templo maldito, ilha perdida e por ultimo a terrivel mina de gelo, até chegar ao local onde o Draxos vive, o laboratorio secreto, depois de derrotar todos os montros mais terriveis do continente priston o jovem xxDark conquistou o level 130 e foi ao encontro do terrivel Draxos, foi uma batalha muito dificil xxDark teve que usar todas suas skill e habilidade, ate que faltando apenas 1 pot de hp, xxDark conseguiu acertar 4 hits criticos no terrivel monstro e o derrotou, coseguiu a cobiçada espada do Draxos e se tornou o chefe mecânico do continente priston.

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                      • Era uma vez um pequeno clan chamado LastOrder, que começou apenas com um grupo de amigos que juntos foram evoluindo e chamando atenção de todos no continente priston, aos poucos eles foram se tornando um clan muito respeitado pela honestidade e por suas conquistas, mas isso gerou muita inveja em outro clan chamado royals, que era ate entao considerado o clan mais forte, porém depois de muitos Castelos Bless conquistados o clan LastOrder reina no continente priston, e seus membros vem vencendo duras batalhas e levando o nome do clan por todos os cantos.

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                        • Amor e ódio: A queda do Rei Valentino.
                          Essa é mais uma dentre tantas lendas e histórias que são contadas pelos antigos anciões pristonianos. Diante disso, caso a versão desse conto entre em conflito com alguma outra versão que você tenha ouvido, não se preocupe, pois ambos sabemos que se tratam apenas de antigas lendas ao qual esses velhos rabugentos adoravam contar-nos em noites de lua cheia ao redor de uma fogueira. Contam como se tivessem presenciado tamanhas aventuras. E desventuras, pois nem todos os contos (fictícios ou não?) São sobre reis e rainhas felizes, ou qualquer que seja o conto com que você esteja acostumado a ler.
                          Mas de fato esse conto é sobre um rei, sim um belo rei. Valentino o valente, e sua Amada esposa a rainha Caoscara. A muito tempo atrás as lendas citavam um Grande guerreiro, que foi extremamente importante na vitória da primeira grande guerra dos deuses. Esse guerreiro que após a batalha se tornou rei dos tempskrons, como de costume as duas grandes tribos do continente do priston (os tempskrons e morions) se uniram em um matrimonio entre o rei Valentino e a rainha Caoscara. Fazendo uma aliança poderosa.
                          A rainha Caoscara uma verdadeira beldade, era a mais bela pristoniana que já viverá. O coração de pillay como costumavam dizer. Um encanto de pessoa tanto em termos de aparência, mas principalmente caráter. Considerada por muitos uma mulher enérgica, firme nas palavras. Mas justa, com certeza uma mulher de vigor.
                          O amor entre o rei Valentino e A rainha Caoscara era puro. Lindo. Especial, diriam. Ambos sempre dispostos a fazer de tudo um pelo outro. Juntos eles governaram em uma época de paz. Uma época de prosperidade. Sim prosperidade, pois décadas de guerras devastaram o continente e tornaram os pristonianos da época, um tanto quanto amargos. Pois de fato alguns tinham até inveja. Um sentimento tão impuro e escasso, pois, veja, de ante de tantos anos após os conflitos a fartura, o amor, a felicidade e paz enriqueciam e aqueciam os corações de todos os pristonianos, mas como dito, a inveja persistia presente, mesmo que escondida.
                          Há quem diga que em tempos de paz á apenas lugar a felicidade e amor. Mas então essa lenda seria apenas uma história melosa entre um rei e uma rainha. Contudo alguns seres malignos ainda perambulavam pelas sombras. Sórdidos e ardilosos, sobreviventes da guerra passada. Igolanos que não haviam perecido em batalha, seja por astucia, ou mesmo por covardia. O fato era que estavam se agrupando mais uma vez. Estaria o continente pristoniano prestes a presenciar outra guerra?!
                          Inveja. Como dito anteriormente, a inveja exalava dessas criaturas vis, esses igolanos não haviam esquecido o responsável pela sua ruina. Sabiam que não poderiam atacar as duas principais cidades do continente, pillay e ricartem. Não tinham números suficientes para encarar de frente o rei Valentino. Por mais que aparentem ser criaturas tolas, esses seres podem ser muito espertos. Principalmente se ainda restasse algum Xamã entre eles. Tais criaturas místicas e mestres em magia, consideradas pelo próprio Deus Midranda, muito perspicazes e úteis. Recentemente foi descoberto por alguns aventureiros em alguma masmorra decrepita (que provavelmente serviu de quartel ou posto avançado em prol dos seres malignos da época) Registros e documentos antigos que diziam que os conselheiros de guerra do deus Midranda eram de fato xamãs igolanos.
                          Foi então que tudo mudou.
                          Os festivais de verão eram conhecidos por serem extravagantes, logo as duas cidades e os arredores estavam repletas de decorações por todos os cantos. Pessoas vindas de vários lugares do continente desfrutavam com muita empolgação os majestosos espetáculos que eram oferecidos ao rei e a rainha. Havia de tudo, desde pequenas bancas com comes e bebes até grandes barracas com apresentações de circos magníficos. Evidente que as pessoas se aglomeravam aproveitavam as festividades na maior inocência, pois tudo era fantástico. Em especial, conforme pedido por Valentino, as festividades noturnas eram inesquecíveis. Mágicos vindo dos quatro cantos do continente faziam verdadeiras exibições de gala, cada qual mais surpreendente que a outra. Mas nada se comparava a grande e majestosa queima de fogos, o evento mais esperado por todos. Literalmente transformava a noite em dia, e deliciava o público que ia a loucura com as pirotecnias. Sim era de fato uma noite especial para o principal casal do reino. Valentino sempre com um sorriso de satisfação ao ver sua esposa, a rainha Caoscara se revirar de excitação ao contemplar um verdadeiro festival de cores resplandecentes no céu noturno. Ele sabia que era o evento favorito de sua amada, portanto fazia as preparações todos os anos em prol da esposa. O que o rei não sabia, era que seria o seu último.
                          Em meio as maravilhosas explosões de luzes e o ruído feito pelos próprios fogos, sem falar da algazarra dos pristonianos que já estavam em outro plano astral de espirito (bêbados), alguns guardas que mantinham o perímetro das redondezas haviam se juntado para um ocasional ‘’descanso’’ ou devo dizer trago. Hora bolas, não se tratava de um período de paz? Um breve descanso a luz de fogos com alguns canecos de cerveja jamais matou ninguém não é mesmo?
                          ...
                          Em algum lugar nos ermos, não tão distante assim de toda aquela algazarra, se reunião umas duas dúzias de guerreiros Igolanos. A frente deles, haviam um pequeno altar. A suave iluminação produzida pelas chamas das tochas, deixava pouco visível o que se havia em cima do altar, para um humano. Mas não haviam humanos por ali (havia?) E afinal Igolanos enxergam muito bem no escuro. Do outro lado desse altar duas mãos se agitavam freneticamente, como se estivessem impacientes. De repente, algo surgiu da entrada da cripta profana em que se encontravam as criaturas. O batedor (espião ou mensageiro) havia retornado, e rapidamente balbuciava os acontecimentos que havia ficado incumbido de observar ao ser que se encontrava impaciente. O ser então ladrou algumas palavras sabe se lá em que língua e logo as criaturas que ali estavam ficaram eufóricas. Algo estava prestes a se iniciar, algo que provavelmente eu não gostaria de narrar. Mas dessa vez não me resta outro remédio a não ser revelar as profanidades que se seguiram nessa noite para lá de macabra.
                          O curso que as coisas estavam levando era amedrontador, inenarrável. Logo se somavam umas cinco dezenas de seres. Cada qual mais horrenda e inescrupulosa que a anterior. O xama das mãos nervosas começava uma espécie de canto? O rito ecoava nas paredes cheias de limo e musgo da cripta como um som proveniente do inferno, então algo acontecerá. As chamas das tochas de repente ficaram insanas e fortes como se o ar e a pequena brisa que ali pairavam dessem a elas mais combustíveis as fazendo dançarem freneticamente para todos os lados. As criaturas cada vez mais alucinadas deixavam o ambiente com um ar dantesco. A única coisa que não fazia parte dessa cena demente, digna de um filme de horror da década passada era essa bela pristoniana estirada em cima do altar. A coitada estava imóvel. Acorrentada e totalmente muda e desnuda. Afinal sua boca se encontrava costurada a impedindo de gritar a plenos pulmões, o que seria a reação normal de qualquer pessoa no seu lugar. O triste e terrível destino dessa pequena moça estava selado, apenas esperando o fatídico momento ao qual nós já sabemos o final. Mas ainda faltava um certo rei e uma rainha para o ritual começar.
                          Os eventos que viriam a seguir, foram de certo modo planejado e arquitetado por uma mente diabólica e terrivelmente resignada a não falhar em seu plano. O xamã Igolano sabia do evento. Sabia como as defesas se comportariam e também sabia como o barulho, a algazarra e o fogos, distrairiam a maioria dos guardas. Os poucos infelizes que ousassem interferir seriam eliminados um a um. Uma década observando e traçando um plano. Na pratica não levou mais de meia hora para estar tudo pronto. Com as defesas espalhadas e desorganizadas a invasão foi rápida e mortal. Claro que ambos os lados tiveram perdas, mas isso já era de se esperar. O intuito da invasão era claro. A rainha seria raptada. E levada a força a cripta. Uma vez lá o próprio Valentino viria ao seu resgate.
                          O ponto crucial era deixar alguns Igolanos no caminho até a cripta servindo de isca para um rei enfurecido e pouco racional. A medida que Valentino junto com alguns guardas que conseguira recrutar no pouco tempo que tinha, avançavam partindo as poucas criaturas que haviam no caminho ao meio, o sangue cada vez mais lhe fervia. Ao chegarem na cripta o ar denso e profano quase os fez dar meia volta. Logo a viu, sua amada acorrentada ainda com o belo vestido agora sujo, no altar. Exatamente ao lado da pristoniana muda. Ao adentrarem a cripta a passos vacilantes em direção ao altar algo surgiu atrás das duas moças. O xamã com um sorriso malicioso desfrutava da ira do rei, aliás acho até que o excitava de prazer. Valentino ao ver o responsável do rapto de sua mulher tentou investir contra a criatura, mas antes que desse o segundo passo se viu um pouco tonto. Seria o cansaço da batalha até aqui pensou, mas ao baixar um pouco o olhar viu algo que o fez perder o chão. Havia o que parecia ser uma esfera ao redor dele e de seus homens, com olhar mais atento pode ver que se tratava de um tipo de pentagrama pintado com algo muito viscoso, mais ao lado jazia o corpo do Igolano mensageiro todo retalhado. Foi então que Valentino entendeu, era um pentagrama pintado com sangue. Sobrou para o infeliz do mensageiro como sua última contribuição, coisa de maluco. Uma repentina movimentação fez Valentino recuperar os sentidos, olhou de canto de olho para seus guardas e notou que estavam o olhando com um ar distante. Um murmúrio pairava no ar, olhou em direção ao altar e não viu mais a criatura, quando se deu por conta que agora haviam alguns Igolanos em volta do círculo. Cada um deles carregando uma pequena faca feita a mão, com um cabo pelo que parecia ser feito de ossos e a lamina esculpida de algum tipo de mineral rochoso com a qual Valentino não recordava o nome, ou não sabia. Sua cabeça girava mais uma vez perdido em pensamentos, enquanto isso o ritual já havia começado. Os murmúrios antes ouvidos pelo rei eram nada mais que próprios Igolanos recitando algum encantamento profano, enquanto o xamã se ocupava com o seu último ato. A maldição estava quase completa e o pentagrama agora necessitava dos seus últimos ingredientes, sangue e morte.
                          O processo dos encantamentos era muito simples. Enquanto estavam no círculo, os guerreiros pristonianos se encontravam encurralados, presos. O xamã havia se incumbido de realizar o macabro ritual de maldição e ativar assim que eles pisaram no pentagrama. Para isso além do sangue o rito infernal proferido pelo xamã precisava ligar a vida de uma pessoa de sangue puro ao pentagrama, a jovem moça muda descobriria amargamente o seu papel, e com um pequeno gesto do xamã alguém se aproximou da moça enquanto a confusão se iniciava. A pequena comitiva ao pisar no círculo, fez com um Igolano cortasse os pulsos da pequena muda. Enquanto a vida ia se esvaindo da pobre moça, o encanto do pentagrama ficava cada vez mais forte. Já os murmúrios dos Igolanos eram o fator chave. O rito que pairava no ar denso da cripta fez com que os soldados do rei estivessem completamente expostos e no controle de cada Igolano, afinal haviam seis soldados e seis Igolanos murmuradores. Percebendo o rumo que as coisas estavam fadadas a acontecer o rei já com a sangue fervendo decidirá agir. O estupor antes o deixando a deriva da situação já não o incomodava mais. Logo percebeu quem era o seu par de rito o Igolano responsável por cortar os pulsos da mudinha. Sacou então sua adaga e rapidamente a disparou contra a criatura. Logo estava ela estendida no chão com sua bocarra de surpresa e um filete de sangue pútrido escorrendo. Mas antes que pudesse fazer qualquer outro movimento o rei subitamente sentiu um terrível desconforto em suas costas. Era como se algo o tivesse apunhalado por trás. Ao olhar sobre o ombro viu um de seus soldados com o braço estendido em sua direção, e em sua mão a espada agora cravada em suas costas. Logo a dor tomará conta de Valentino. Antes de qualquer outra reação do rei o guerreiro com uma nova investida apunhalava mais fundo a espada no corpo de Valentino que ficara sem reação. logo mais dois soldados seguravam os seus braços junto ao corpo o deixando imóvel. A cara de Valentino nesse momento era um misto de dor e incredulidade, suas mãos ficaram estagnadas em volta da ponta sangrenta da espada que o atravessara. O xamã ladrou em língua comum ao espantado rei que ele seria seu brinquedo, seu peão. E que ele mataria todos os pristonianos presentes no festival para então o xamã Igolano completar sua vingança, mas antes veria sua amada esposa morrer diante de seus olhos. Nesse meio tempo três das criaturas que tomavam conta da mente dos guerreiros que se encontravam em espera, levantavam as facas a altura do próprio pescoço. Os soldados do rei imitaram o gesto dos Igolanos e sacaram suas adagas e as elevaram com as mãos até o pescoço. As criaturas sem pestanejar infligiram a si próprias cortando suas gargantas, assim seguido dos três homens aprisionados dentro do pentagrama, com tamanha frieza e calma, serraram seus pescoços como se estivessem fazendo um gesto banal. Em segundos havia 6 corpos caídos e um mar de sangue que fluía para o pentagrama. Algo mudou dentro de Valentino, ele sentia se como cada gota daquele sangue pútrido e malucado tanto dos seus homens quanto das criaturas fluíssem para o seu corpo, em suas veias. No momento não havia notado, porem logo descobriria o motivo dessa carnificina infernal.
                          Valentino então em um estado deprimente se via totalmente a mercê de seus próprios comandados. Ao contemplar sua esposa que agora começava a acordar, um súbito sentimento de medo tomou seu coração. Seria esse o fim do grande rei Valentino o valente? Seria hoje a última vez que trocaria olhares com sua amada esposa e rainha Caoscara? Ela que por sinal parecia não saber o que estava acontecendo, parecia um tanto quanto entorpecida, grogue. Aproveitando a troca de olhares entre o casal o xamã se aproximou do altar e com um gesto rápido pegou a rainha pelos cabelos e elevou a faca até sua garganta. Foi então que a rainha pareceu se dar conta que estava prestes a enfrentar o seu infeliz destino e sussurrou para o rei sua última frase ‘’eu sempre te amarei’’ e com uma última troca de olhares o rei a viu com um sorriso de ternura que só sua esposa sabia dar e um olhar que sempre aquecia o coração do apaixonado rei.
                          Com um súbito movimento rítmico do xamã, dilacerou o pescoço de Caoscara a fazendo balbuciar e se afogar lentamente no próprio sangue. Um triste fim para uma das mais belas pristonianas do reino. A formosa Caoscara que tantos admiravam por ser uma bela e justa mulher. A rainha que era o coração da cidade de Pillay agora jazia dando seus últimos espasmos acorrentada a um altar fétido e imundo em uma cripta profana digna de um óscar para o lugar mais tenebroso e macabro.
                          Foi então que ira e a fúria tomariam conta de Valentino, não o julgo de forma alguma, se há algum sentimento que ainda restava naquela pobre alma, seria uma ira devastadora. Tremendo como um cão desvairado e totalmente fora de si, ele não sabia como... provavelmente pela morte de sua amada, deu forças a fraqueza que o consumia, logo não tinha mais nenhum resquício de sanidade dentro de sua alma. Fazia parte do plano do desprezível xamã, deixar o rei totalmente insano, para fins de jamais mostrar piedade a ninguém. Dessa forma mataria tudo em seu caminho ao comando do ser das trevas. Porem nem tudo é perfeito. E nem o melhor plano do mundo poderia prever o imprevisível. Valentino o rei dos pristonianos. Não era de forma alguma um ser normal. Afinal ele foi um dos responsáveis por matar um deus na grande guerra. O xamã não estava preparado para controlar tamanho poder, poder que se somou com os três guerreiros e as três criaturas, pois o sangue deles convergiu para dentro do pentagrama. O amuleto que até então estava escondido no pescoço do xamã, a baixo do manto, começou a se desfazer, a criatura o ergueu arrancando de si, e ao contempla-la a viu ruir e virar cinzas. Esse amuleto era vital para o plano da criatura, e agora se encontrava destruído. O que significava que Valentino estava livre de seu domínio.
                          Com a quebra do talismã, um desvairado Valentino estava no controle, ou descontrole por que a ira que ele emanava apenas crescia, era como uma aura negra que se apossava de seus sentimentos. O talismã fora quebrado, sim. Mas isso não impedira o rei de continuar em seu estado de fúria. Com um rápido movimento em ambos os braços se soltou dos dois guardas que o continham. Segurando a ponta da espada que o apunhalava, a quebrou com as duas mãos, ao se virar pegou o soldado que a empunhava e o segurou pelo pescoço, ignorando todos ao redor. Os olhos de fúria eram quase como carvão em brasas. Sem nenhum esforço ele fechou a mão ao redor do soldado e o som que se seguiu foi de vomitar. Como um saco de batatas o corpo caiu no chão úmido da cripta produzindo um som que tirou o xamã e os outros do estado de confusão. O espetáculo estava armado. Agora um rei imponente e louco matava e estripava tudo e todos que tentavam de alguma inútil forma pará-lo. Sangue de mais para o meu gosto.
                          Pelo menos o fim do xamã Igolano foi para lá de teatral. Ver o rei empala-lo com um pedaço de castiçal que estava perto do altar foi no mínimo cômico. Após perder todos os seus lacaios, tentou escapar escalando uma das paredes podres da cripta, que continha uma passagem para fora da mesma. Estava quase conseguindo, mas foi pego pelo calcanhar no último momento e arrastado de volta para a escuridão da cripta. Onde se encontra até hoje.
                          Após o show de horrores realizado nesse pedaço de inferno. O rei foi até o corpo de sua amada. Removendo as correntes e a libertando, a fitou por um longo tempo em seus braços. Algo dentro de si, se remexeu. Uma lembrança? Um sentimento? Seja o que fosse, trouxe de volta uma fração de sua alma. Um relampejo de decência. Com um forte tremor a viu. Caoscara sua amada, em seus braços. Morta. Tocando seu rosto suavemente, a acariciou. Com um último esforço a carregou para dentro do pentagrama. Com uma das facas de osso, cortou a palma da mão e deixou pingar sobre o corpo frio da esposa. Não tardou a algo acontecer. A ferida que antes havia em seu pescoço, começou a cicatrizar, mas não foi só isso. Enquanto fazia juras de amor pela mulher falecida, amor e ódio foram os sentimentos profanados nesse novo encanto. Ou devo dizer maldição. O corpo de Caoscara começava a passar por uma mudança e até o amanhecer, nada mais lembrara a bela rainha. E sim um monstro com asas e uma coroa diabólica. Mas antes que o rei pudesse contemplar tal mudança, antes de se perder para a ira e ódio. Conseguiu tirar a própria vida ao lado da esposa.
                          O Silencio sepulcral que se seguiu até o amanhecer foi interrompido por um súbito despertar de dois mortos vivos. Um rei que agora se chamava Valento e sua amada rainha caoscara. Amaldiçoados a vagarem juntos como espíritos malignos por toda a eternidade.
                          Ainda hoje vagam sem rumo, sem qualquer recordação de quem são. De quem foram.
                          Com apenas uma certeza, a humanidade que conheceram, a muito tempo se esqueceram. Agora a eternidade não passa de um curto período.
                          Fim.
                          Editado por Magazidudu; 10/04/2022, 19:59.

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                          • Era uma vez um guerreiro chamado Harodor, filho de Heror, Rei de Villa Ruinem. Para demonstrar seu valor, Heror pediu ao seu filho que encontrasse e matasse Frenar, o Dragão Branco de 3 Cabeças, além que de trouxesse as 3 cabeças.
                            Harodor foi em busca do dragão, no qual sempre voava perto de Floresta Bamboo. Ao chegar na Floresta, ele avistou o Dragão voando próximo a uma montanha, e com sua magia, puxou o dragão para a superfície. Ao derrubar o dragão, ele usou sua espada e cortou uma das cabeças, o que fez com que ele se desorientasse, caindo para baixo da montanha.
                            Harodor foi atrás do Dragão, porém ao chegar próximo, viu que o dragão estava agonizando e pedindo ajuda, sendo um ser inteligente que falava a mesma língua que ele. Como uma das cabeças já havia sido cortada, ele não poderia sobreviver, então para evitar o sofrimento do dragão, cortou as outras 2 cabeças, completando o desafio criado por seu pai.
                            Com isso, se tornou heroi da Villa Ruinem e percebendo como seu filho era forte, o proclamou o novo rei de Villa.

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                            • Contos do Continente

                              Era um dia como outro qualquer no vilarejo próximo à Ricarten. Os camponeses prestavam a terra, as crianças corriam e brincavam. A cidade de Ricarten era uma das mais prósperas do continente e contava com a maior e melhor elite de guerreiros que a defendiam. Dentre eles havia Kim ou mais conhecida por TiroCerto já que nunca errou um tiro com seu arco e a grande sacerdotisa curandeira Harley.




                              Em uma casa afastada do vilarejo, como ocorria toda manhã, os raios de sol invadiam pela janela acordando forçando Jay acordar e lidar com sua forte dor de cabeça causada pela bebedeira do dia anterior. Jay já havia sido anos atrás o grande cavaleiro WhiteCross como ficou conhecido após ter sido o primeiro e único do continente a conseguir manusear a famosa Grande Cruzada.




                              Porém, essa não era mais sua realidade desde que sua família foi brutalmente assasinada anos atrás pelo terrível Babel. Após esse acontecimento, Jay vivia de bar em bar da cidade, procurando algum tipo de conforto no fundo de garrafas e mais garrafas.




                              Enquanto isso, a quilômetros de distância, no templo da cidade de Ricarten O grande feiticeiro Tuckson notou algo de diferente quando estava analisando os movimentos dos animais durante sua meditação. Uma grande quantidade de aves e até mesmo Hopis que não são conhecidos por se afastarem muito da floresta próxima as muros da cidade começaram a se mover e migrar cada dia em maior quantidade. Ele alertou ao Grande Mestre que algo não estava fluindo normal e pediu para que o mesmo alertasse a comunidade. O grande Mestre cernam ignorou suas recomendações o que também pareceu muito estranho considerando que Tuckson tinha um grande respeito e admiração do Grande Mestre.




                              Na manhã seguinte, Jay não acordou com os raios de sol entrando pela sua janela, mas sim por um forte cheiro de queimado. Ao abrir os olhos se deparou com sua casa em chama e muita correria e berros ao lado de fora.




                              Com muita dificuldade, já que ainda estava se sentindo bebado, , conseguiu sair de casa e avistou Harley e Kim orientando o povo do vilarejo enquanto o mago Jack usava suas magias de tornado de água para ajudar a conter o fogo. Todos aquele rostos familiares trouxeram memórias sofridas já que era ao lado deles que Jay estava lutando quando foram derrotados e sua família aniquilada.




                              Quando o povo do vilarejo conseguiu finalmente sair da região, uma silhueta no horizonte a se formar. Com a fumaça descendo, os guerreiros conseguiram identificar o Grande Mestre. Porém algo estava errado. A forma como ele andava e se movia parecia que ou havia sido feriado em batalha ou que aquela corpo não era dele. Os movimentos não eram coordenados, andava como se fosse um morto vivo, porém com os olhos demonstrando um grande pavor e sofrimento.




                              Assim que avistou os guerreiros, soltou um berro “Corram!”, porém os guerreiros não conseguiram entender o que se passava. Naquele mesmo instante, o corpo do Grande Mestre caiu no chão e Babel se revelou. Harley então compreendeu o porque do Mestre estar tão estranho. Não era o Mestre! Babel havia possuído seu corpo.




                              Ao rever Babel, Jay se encheu de ódio, ouviu sua espada em foi en direção à Babel sem pensar duas vezes. O simples bater de asas de Babel o afastou para longe. Harley disse que Jay estava muito fraco e que não conseguiria batalhar até que fizesse a paz com si mesmo. Nesse mesmo momento a fumaça que ainda estava no seu tomou o formato de sua mulher e filho que haviam sido assassinados. Jay começou a chorar e uma aura começou a aparecer ao seu redor.




                              TiroCerto avançou pela direita e atirou duas flechas certeiras prendendo Babel co tea um muro, Tuckson que havia chegado após escoltar todo o povo do vilarejo utilizou sua magia que permitia que todos ao seu redor atacassem mais rápido. Aproveitando esse momento, Jay saiu correndo e aplicou uma Grande Cruzada em Babel que caiu no chão devido a força do ataque. Todos os guerreiros se juntaram e fizeram um último ataque eliminado de vez Babel desse mundo.
                              • E essa meu filho é a história de como seu tataravô protegeu a todos nós e graças a ele nos estamos vivos.

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                              • Estava Frio em Vila de Eura, causando morte e fome para toda a população. Com isso, Mordor, príncipe da Villa precisava encontrar uma saída, salvando seus súditos do inverno infernal.
                                Mordor saiu para caminhada, buscando comida e água, porém ao chegar no vale congelante, encontrou Mago Iceberb congelando toda a floresta ao se redor.
                                Mordor ao perceber, utilizou sua adaga Flamejante, cortando as mãos do mago, evitando o congelamento de toda vila de eura. O Mago como estava ferido fugiu e nunca mais foi encontrado. Com isso, a população de villa de Eura foi salva por seu Príncipe Mordor, evitando a extinção total da sua população.

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