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"Eu também pensei, seu Guarda..." - MechKrow nível 165!

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  • "Eu também pensei, seu Guarda..." - MechKrow nível 165!




    Todos nós pensamos, seu Guarda, todos nós... Agora tamo eu e você presos aqui com esse primo daquela pir*nha da Marina!

    Pessoal fala alguma coisa de que quando se chega ao fundo, o único caminho que resta é pra cima, mas esqueci que esse ditado vale pra poços, não pra abismos. Então fui tocando o barco, ou o que sobrou dele debaixo d’água, e achando que ia sair de volta em Ricarten de tanto remar, cheguei nessa coisa que chamam de Santuário do Abismo!

    É isso aí, como sempre pontual igual o Rubinho, enfim cheguei no 165 com o meu Powermech, o Mecânico de nickname mais criativo desse jogo, o famigerado MechKrow! O último marco que registrei dele foi o up do 155, que já tem quase um ano inteiro desde que aconteceu. De lá pra cá, entre o anda e para do jogo, eventos de todos os tipos, incontáveis BCs e muito mais coisa pra se lembrar, consegui enfim chegar nessa nova etapa do jogo!

    E é claro que ninguém vai dar a mínima, mas como eu gosto de postar textão e de registrar as coisas mesmo, eu vou postar sim porque eu quero, então bora pras atualizações desse último ano \o/



    POR QUE SÓ O POWERMECH AGORA?

    Pra todos os casos, não, eu não abandonei o HunterKrow, meu “famoso” Automech falem bem ou falem mal. Inclusive agora que posso sossegar um pouco no meu Powermech, já voltei a mexer nele conforme eu consigo. O que rolou, como eu expliquei mesmo no meu post do 155, foi a decisão de priorizar o MechKrow nesse período. Tiveram momentos que eu voltei a mexer no meu Automech conforme alguns eventos que ajudaram mais a evoluir com ele, mas a minha logística com o jogo já não abre mais essa margem de conseguir jogar nos dois num mesmo momento.

    Hoje sendo parte do clã Evolution, por mais que eu não seja do tipo de participar tanto assim do cenário competitivo em geral do jogo, eu continuei bem interessado em ajudar nas competições do Castelo Bless, porque no fim eu criei gosto pela coisa, é muito legal sim quando se consegue participar de alguma forma! E infelizmente, com toda a falta de atualizações e de balanceamento pro Mecânico, isso não é possível com o Automech hoje - e no ritmo que as coisas vão, não deve ser mesmo uma possibilidade com a coisa toda do balanceamento se direcionando pra classe deixar de ser o mestre das armas que sempre foi.

    E o outro ponto crucial foi a própria evolução em si; eu daria conta tranquilamente de levar o HunterKrow pro 165 primeiro, eu sempre consegui jogar muito bem com ele, é um personagem desafiador mas é uma capacidade que eu sempre tive de sobra e que hoje em dia não existe nenhum outro jogador tão capaz quanto pra lidar com um personagem em que a palavra “fácil” não condiz com nenhuma das características dele. Mas eu também não sou *****, se tem uma coisa que eu sei é que todas as condições do jogo são mais favoráveis pro Powermech, e eu hoje não posso mais desperdiçar tempo demais da minha vida pessoal com um jogo como o Priston pra poder ter algum progresso.

    Então foi uma simples priorização do que seria mais prático pra mim. Eu tenho quase 30 anos, terminando uma segunda graduação, com uma carreira profissional bem consolidada e com planos traçados pros próximos anos. Eu não sou mais o adolescente que eu era quando comecei a jornada do meu Automech, ou a criança que eu era quando comecei a do meu Powermech, ou do jogo como um todo. O Priston era pra ser um lazer, mas com o tempo vem virando de novo um estresse, então essa foi uma medida que tive que tomar pra tentar reduzir o peso que esse jogo teria pra mim nesse tempo.




    COMO FOI ESSE ANO DESDE O 155 ATÉ ESSE 165?
    (aviso de conteúdo sensível)

    Aqui vou entrar em alguns temas mais “pesados” e não muito legais, mas eu não tenho vergonha de compartilhar e eu gostaria muito que não fossem cortados pela Zenit. Faz parte da minha história. Fica só o aviso então pra quem for ler.

    Hoje eu consigo “respirar” com mais tranquilidade, mas esse último ano não foi dos melhores, pra mim e pra minha família por aqui também. Já ao longo desse primeiro semestre eu perdi três pessoas próximas de alguma forma, uma delas sendo minha querida avó, a dona Cecília, que passamos o último ano inteiro ajudando a cuidar conforme a saúde dela ia se agravando e, em decorrência tanto de um tumor quanto da idade (ela tinha seus 89 anos, não tem como negar que isso teve seu peso), acabou nos deixando há cerca de três meses. Mas depois de muito sofrimento que ela passou, ela foi descansar de forma muito tranquila e, mesmo que todos aqui da família sentimos essa perda, ainda temos um alívio em saber que ela se foi sem sofrer. Aqui moramos em um apartamento que não tem lá muito espaço, tivemos que dividir o que tínhamos pra revezar nos cuidados com ela quando ela teve alguns problemas de saúde e, nesse processo, o meu quarto virou o quarto dela, eu abri mão do meu espaço pra poder ajudar da melhor forma que eu pudesse já que eu sempre fui o único que saía de casa pra trabalhar nesse período. A maior questão foi o agravamento de um tumor que ela tinha e que só soubemos muito tarde, no período de virada do ano, e esses poucos meses mostraram como nessas situações as coisas mudam muito rápido, por mais que o tempo parece não passar. Nisso todos nós nos desgastamos de alguma forma. Pra mim, me custou bastante da minha saúde física e ****** e muito do meu rendimento profissional e acadêmico. Agora podemos parar pra respirar e rearranjar a vida e o tempo vem ajudando nisso, mesmo sabendo que ainda foi tudo muito recente. É uma sensação muito estranha, porque de repente estamos aqui, na segunda metade do ano, e parece que todas essas memórias são de um tempo muito mais longo do que realmente foi.

    Nesse período também perdemos um amigo de um grupo de colecionadores que eu participo, que fazia parte daquele grupo há mais de 10 anos e era muito amado e muito simpático. Aqui na cidade e na região esse grupo sempre faz diversos eventos e encontros e ele sempre tava lá, e graças a ele eu adquiri muitas coisas na minha coleção e tínhamos muitos momentos de conversas, risadas e fazíamos até umas rodas com o pessoal dos eventos pra compartilhar os momentos, as conversas e as coisas que a gente encontrava pras coleções. Ele era muito jovem, ainda ia fazer seus 40 anos, mas não aparentava nem ter mais de 30, sempre sorrindo e fazendo piada. Ele acabou não resistindo a um problema de saúde com o qual ele já teve que lidar em outros momentos, e nos deixou logo nas primeiras semanas de janeiro. Foi um começo de ano pesado pra todos do grupo. Não pude ir no velório dele, mas naquele dia tivemos até um arco-íris no céu da cidade... Não creio que tenha sido um mero acaso.

    Tempos depois, uma semana depois que perdemos minha avó, um vizinho nosso também não resistiu a um problema de saúde e nos deixou. Também muito jovem, era pai de família e era um dos primeiros moradores do nosso condomínio assim como a nossa família, então nós nos conhecíamos desde que eu e meu irmão éramos crianças ainda nos quase 20 anos que moramos aqui. Não éramos tão próximos na prática, mas sempre conversávamos pelos corredores e eu me lembro de ainda naquela semana ter conversado com ele. A notícia da perda dele foi um peso a mais num momento que eu já não tava bem, então aquele período foi talvez o ponto mais baixo desse ano, onde por um momento eu realmente desabei.

    Apesar de “todos os anos” que já tenho, até hoje esse foi o maior período que tive encarando perdas e de repente entendendo o quão frágil a vida realmente é. Não foi o melhor dos anos e ainda não tô no meu melhor de volta. Mas ainda foi também um ano de muitas conquistas e muitas coisas boas sim, só ficou um pouco mais difícil de lembrar delas em meio a esse turbilhão todo. E mesmo bem desgastado, eu posso dizer que eu tô bem e que as coisas vão ficar melhores. Muitas coisas eu tô reaprendendo a lidar agora, mas eu já consigo voltar a ter boas esperanças com o futuro!


    TÁ, MAS E O AUTOMECH?



    Tá por aí ainda! Hoje mesmo consegui colocar o bendito no 159!

    O processo de arrumação dos itens novos do MechKrow ainda continua, mas eu tô evitando de me apressar com isso e aproveitando o tempo por agora pra voltar a mexer com o HunterKrow. Por mais frustrante que seja, essa “folga” dele ajudou a voltar com uma cabeça mais limpa pra poder jogar com ele.

    Eu sempre vou ter um carinho especial pelo meu Automech, mas eu não consigo largar a classe como um todo. Meu sonho era poder jogar com os três que eu tenho, porque tem o Sparkmech que segue sendo o mais abandonado em meio a essa bagunça toda do jogo. Eu sempre soube jogar bem com a classe independente da build que fosse, mas esse período foi muito bom pra mostrar pra mim mesmo que eu ainda boto pra quebrar quando vou de Powermech e que realmente não tem como eu perder o jeito de jogar de Automech não importa quanto tempo eu passe longe dele. Quem dera a classe pudesse aproveitar o potencial perdido de todas as habilidades que continuam sem atualizações desde sempre e se o jogo hoje ainda tivesse Mecânicos de todas as formas possíveis como tinha antigamente, onde todos jogavam por amor real à classe e todos tinham uma particularidade na sua forma de jogar com o personagem.

    O que eu esperava desde esse último ano era que o balanceamento tivesse avançado de verdade, porque não vou mentir, eu perdi minha paciência de insistir em jogar no ataque padrão e de ter que pisar em ovos em quaisquer das minhas sugestões de melhorias pra classe por causa de uma comunidade que hoje se sente ameaçada por coisas que jamais os afetariam negativamente, muito pelo contrário, tendo sempre buscado manter o equilíbrio na medida do que a classe tem de forças e de fraquezas, tudo pra continuar perdendo meu tempo e sendo ignorado. Acabou que, de novo, mesmo sempre atrasado, eu continuo mais adiantado do que o próprio jogo nesse quesito.

    Então segue o baile dele como sempre foi, sem pular etapas no processo. Eu já cheguei no 165 como eu queria em um, e eu vou chegar no 165 como eu quero em outro. Eu posso simplesmente deixar ele lá puxando XP no cantinho, mas não vou, eu não quero, eu não preciso disso. Não tem nada que eu queira além do jogo balanceado como devia ser e pra isso eu não preciso virar “mula de buff” como muitos outros só pra ter LVL. Eu sei jogar com a minha classe e eu nunca vou abrir mão disso.

    Até lá, eu já tenho a certeza de que o próximo 165 tá no meu horizonte. E quem sabe até o 172...




    E segue a galeria de LVL UP do MechKrow!









    Dúvidas, elogios e/ou puxação de saco, clique aqui!

  • #2
    Me avisa quando virar filme que eu assisto. 🍿

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    • #3
      Se eu fosse um peixinho, e soubesse nada, deixava a Marina no Fundo do Mar ~

      GZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ, KROWWW!!!
      O segredo do joguin é a constância

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      • #4
        Parabéns pela sua conquista! GZZZZZZZZZ!! Um dia eu chego lá.

        Meu sonho de criança era chegar ao level 80/100. Depois de anos, consegui recentemente (tem uns 2 anos). Agora, as próximas conquistas são o level 14x, 16x e 17x. Eu jogo no AWELL com meu pike desde sempre, mas não ligo muito para competitivo, como BC. Priston é minha cerveja para desestressar. O BPT, hoje em dia, para mim, começa no 14x.

        Acho que já vi suas postagens nos antigos fóruns. Eram bem bacanas, como essa aqui.

        Meus sentimentos pela sua perda, à sua família e aos seus amigos. É difícil lidar com algo que não podemos controlar. Algo que levo com carinho para a vida é focar nos bons momentos: um sorriso, uma conversa, um abraço. No final, é isso que vale a pena: as boas memórias.

        Elas ficam e fazem parte de nós. Aquele parente, aquele amigo, continuam comigo, e eu continuo com eles — aqui no coração e aqui na mente.

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