Um, dois, o Greedy vem te pegar. Três, quatro, é melhor trancar a porta. Cinco, seis, agarre seu crucifixo. Sete, oito, fique acordado até tarde. Nove, dez, não durma nunca mais. Nunca, jamais, entre em Arma Antiga sem saber dos riscos!
Anúncio
Recolher
No announcement yet.
[ENCERRADO] Concurso Cultural: "Contos Especiais"
Recolher
Este tópico está trancado.
X
X
-
No campo de batalha dos anciões, dizem, que por ali habita o poderoso Slayon, líder de Demir e Demitri que com seu implacável machado, decapita todos aqueles que tem a infeliz oportunidade de encontrá-lo, apenas fortes guerreiros são capazes de enfrentá-lo e ter tempo para conseguir fugir dali.
Comentar
-
No servidor Cronus, aqueles que empunham as lendárias armas mortais, são os responsáveis por resguardar todo o continente do Priston, uma vez Ricarten foi atacada pelo terrível boss Draxos, porém com os buffs da aliança dos tempskros com morions, os fortes guerreiros Mortais, foram capazes de defender a cidade e o império pristoniano.
Comentar
-
O abominavel TullaHá muito tempo atrás, boatos circulavam no continente do Priston que havia uma criatura terrível que prendia e escravizava monstros do Primeiro Andar da Mina do Gelo. A criatura ficou conhecida como Tulla e sua aparencia era agradável pois vestia um belíssimo casaco e empunhava duas espadas muito afiadas, o que assustava os moradores do continente era uma segunda face que foi gerada com o tempo que ficava atrás de sua cabeça. Até hoje guerreiros tentam o derrotar para conquistar seu casaco que é uma reliquia e seu amuleto que contém os poderes. grandiosos dos cristais da mina do gelo.
Comentar
-
O Cavaleiro Amaldiçoado e o Guardião da Luz
Nos dias de verão, era possível ouvir as longas canções vindas dos frondosos carvalhos que formavam a vegetação nativa da região. O coral de pássaros emanava o som que dava o tom alegre para a alvorada que despertava a luz solar no coração da floresta. Era o preludio do amanhecer em Nova Aliança. O vilarejo, no Norte do continente, era composto pela tribo dos Wendianos e dos Taioneses que viviam harmoniosamente e compartilhavam dos conhecimentos recebidos pelos deuses que abençoavam o local em troca de veneração. A administração do povoado ficava por conta de Valentino, um homem notável, alto, de porte robusto, que carregava no seu rosto as marcas da idade e também das batalhas travadas nos tempos em que as tribos ainda guerreavam. Junto dele, em suas costas, uma grande e pesada espada que, segundo ele, já fazia parte de seu corpo. Era ele o responsável pela união das tribos e pela convivência pacífica dos Wendian com os Taion. Um excelso guerreiro! Ao seu lado, de cabelos longos e escuros como a noite, estava Valentina, fiel esposa e adorável companheira de batalhas. Acompanhava-o para todo e qualquer lugar, desde a política ao tinir das espadas. Vivia sorridente e carregava uma enorme admiração por seu marido, tanto pelo prestígio quanto pela confiança que tinham para com ele.
A economia do vilarejo vinha basicamente da extração de minérios, pois perto dali havia minas extremamente ricas e de recursos ilimitados, pois a benevolência do povo e a admiração aos deuses fez brotar, no âmago das montanhas, a fonte de luz inesgotável: os cristais do poder. Pedras extremamente poderosas, fruto do mais puro amor entre mortais e deuses, as quais permitiam a fertilidade do solo, a germinação das sementes, o crescimento das plantas, a manutenção da vida selvagem, das aves, peixes, répteis, entre outros seres que compunham o mosaico paisagístico da região e que supriam as necessidades básicas do povo.
O sonho de Valentino era ter um lindo filho com sua amada esposa, para que ele pudesse dar sequência aos feitos do pai, bem como desse um novo rumo ao povo de Nova Aliança. No entanto, após ter a confirmação de sua infertilidade, a maior tristeza da vida do valente guerreiro veio à tona. Ele sabia que a jovialidade de sua mulher ainda permitiria que ela carregasse uma criança, mesmo após Valentina ter tido um casamento findado no caos de uma batalha, quando assassinaram seu antigo esposo e seu único filho que ainda estava no berço.
Irresignado, Valentino foi atrás de uma famosa sacerdotisa Taionesa de Nova Aliança, Icaris, para consulta-la a respeito de uma antiga profecia. Entretanto, não a encontrou em sua tenda, pois ela partira dias antes para o Sul, onde estaria em meditação no Castelo da Bênção. Assim, Valentino arrumou suas coisas e partiu para as terras longínquas do Sul. Ele passara os últimos dias atormentado sobre a profecia que havia ouvido de uma bruxa, chamada Siraci, a conjuradora, a qual fora morta pela lâmina de sua espada, e no momento em que Valentino transpassou o aço por entre as costelas, rasgando a carne e perfurando os seus pulmões, nos seus últimos suspiros, a feiticeira lhe sussurrou, pouco antes de o cavaleiro embainhar sua espada: “você terá a glória de um Rei, mas a tristeza acompanhará seus dias de vida, pois sem herdeiros você será”.
Ao viajar por todo o continente, passou por diversas regiões, muitos povoados, visitou Ruinen e Navisko, encontrou antigos aliados e amigos de guerra. O vale era tranquilo! Chegando ao eminente Castelo da Bênção, encontrou suas portas trancadas e torres de defesa apostas, cada uma carregada com um poder Elemental diferente, contra todo o tipo de ser maligno que pudesse ali intentar. Ao clamar por Icaris, foi então recebido pelos guardas do castelo, pois estes haviam sido informados pela própria sacerdotisa de que um homem chegaria e por ela chamaria. Valentino adentrou escoltado pessoalmente pelo Comandante Derik, famoso e astuto guerreiro do Sul, de silhueta marcada por uma armadura feita de ouro, que o acompanhava dia e noite, e uma espada de aço azulado, embainhada em sua cintura, a qual conquistara em sua última batalha, em abismo do mar. Além disso, por entre os enormes salões feitos de rocha maciça e os inúmeros corredores que passou, ficou deslumbrado com a áurea mágica que revestia o castelo, formando uma espécie de domo protetor. Avistou ao longe, Icaris, vestida de branco, um vestido longo, ornamentado com pérolas e diamantes, cabelos soltos e dourados que reluziam a luz brilhante e forte que emanava da fonte na qual ela estava, a beira, sentada.
Ao aproximarem-se, antes mesmo que pudesse enunciar a chegada do cavaleiro, Icaris advertiu Derik para que deixasse Valentino e dali se retirasse. A sós, Icaris interpelou-o sobre a sua vinda, mesmo sabendo do que se tratava. Valentino relatou toda a sua história, os antigos eventos com a conjuradora, as suas amargas palavras, além da triste realidade perante Valentina, pois impossibilitado de dar a ela um filho. Após terminar, o silêncio tomou conta do ambiente e podia-se ouvir apenas o barulho da água que jorrava sobre a fonte, numa corrente e volume constantes. Icaris quebrou o silêncio e informou ao cavaleiro de que as palavras ditas pela conjuradora eram verdadeiras. No entanto, se a vontade dele em ter um herdeiro fosse um objetivo que ele não deixaria para trás, haveria uma possibilidade, ainda que de consequências desconhecidas. Após essas palavras e antes de se retirar, Icaris completou: “sua sanidade pode ser comprometida caso você queira trilhar esse caminho. É um caminho sem volta”. Naquela noite, Valentino recolheu-se no local fornecido por Derik para que descansasse e, antes de adormecer, refletiu: “Não posso deixar Valentina como uma mulher sem filhos, o povoado não a aceitaria como a companheira de um líder. Também não posso deixar Nova Aliança sem um predecessor”.
Na manhã seguinte, Valentino foi ao encontro de Icaris e decidido pediu a ela que mostrasse o caminho a ser trilhado, independentemente do que enfrentaria, pois ele tinha esse dever para com ele, por sua mulher e pelo vilarejo. Assim, a sacerdotisa explicou que os cristais do poder seriam a chave para o que ele procurava, porque eles têm a capacidade de transformar desejos em realidade, mas pediu que ele tivesse cuidado, pois a ganância de um líder poderia ser a ruína de um povo, já que o poder dos cristais não pode ser controlado, e dificilmente um mortal poderia tocá-los sem sofrer alguma modificação em seu corpo. Dito isso, entregou a ele um frasco contendo uma poção de cor azulada, parecida com o líquido da fonte em que se encontraram no dia anterior, e completou: “você deve ir no dia mais frio do inverno, quando a força dos cristais está atenuada, e deve usar essa poção para que você possa chegar perto dos cristais sem que seu corpo seja consumido pela névoa radioativa que eles emitem”. Mais tarde, Valentino retornou para Nova Aliança e, após dias de viagem, ao encontrar sua amada, explicou a ela tudo o que aprendeu e prometeu a ela um filho. Apesar de não concordar com essa ideia de expor-se ao poder dos cristais, Valentina não poderia mudar os desígnios de seu esposo, pois ele estava muito determinado a esse objetivo.
O tempo do inverno chegou e Valentino partiu para o extremo Norte, região onde se encontravam os cristais, o local da Mina de Gelo. Utilizou da poção que havia recebido de Icaris e foi em direção a fonte de luz. Antes de tocar nos cristais, teve uma súbita lembrança do que Siraci dissera a ele e, tomado de raiva, advertiu sua mente e sentiu a luz dos cristais tomar seu corpo. Houve um enorme pulso luminoso e por um momento o cavaleiro sentiu seu corpo flutuar e voltar ao chão. Nunca antes um mortal havia tocado os cristais! Após isso, Valentino desmaiou e uma semana depois acordou numa cama em sua tenda, em Nova Aliança, com sua esposa sentada ao seu lado. Ao vê-lo despertar, ela abriu um sorriso contagiante que tomou Valentino e ambos trocaram abraços. – Pensei que te perderia, disse ela. – Não seja tola, mulher, eu sou um valente guerreiro.
Passou-se um ano após os eventos na mina de gelo e o casal líder de Nova Aliança foi agraciado com um menino. – Esse meu filho será o comandante de Nova Aliança, disse Valentino a sua esposa. – Ele vai se chamar, Tulla. Ela assentiu com um movimento suave de sua cabeça, mas algo a deixava inquieta, o que fê-la pensar: “há um ano ele partiu para a Mina e desde então ele já não é mais o mesmo”.
Após o nascimento de Tulla, na medida em que os anos avançavam, Valentino demonstrava, cada vez mais, um temperamento que se distanciava do homem que Valentina havia conhecido. Além disso, o vilarejo não mais o reconhecia como o mesmo cavaleiro que um dia liderou Nova Aliança, pois tratava dos assuntos da vila de forma absorta e sem pensar na prosperidade do povo. Isso fez com que ele passasse a ser odiado e após muitas brigas e desavenças com sua esposa e filho, a separação dos amantes fez com que Valentino deixasse o vilarejo e, decidido, partiu em direção ao Norte. Em busca do poder dos cristais, ele queria ajeitar toda a tragédia que havia criado, pois ele queria ter o carinho do seu povo e reconquistar o amor de Valentina, bem como a admiração de seu filho. Nessa época, Tulla já tinha seus vinte e um anos de idade e comandava os guerreiros de Nova Aliança, realizando os treinamentos de combate. Ele ensinava como ter o talento e a força para se manejar uma espada longa e como tem a inteligência e a agilidade para se manejar um espadim. Tinha a destreza de portar duas lâminas em sua cintura e conseguia se defender de mais dois oponentes ao mesmo tempo. Um exímio cavaleiro, o melhor já conhecido! Mesmo que ele tivesse desavenças com seu pai, não achava boa a ideia de sua saída em busca do poder dos cristais e resolveu juntar um grupo de soldados para ir atrás dele. Antes de partir, foi abordado por uma mulher misteriosa, que havia chegado naquele instante em Nova Aliança, e que sua mãe trouxera até a presença dele. Uma linda moça, vestida de branco e de cabelos dourados, que apenas lhe entregou um colar e disse: - Conserte o erro de seu pai. Com esse colar você não será atingido pela força dos cristais. Nisso, sua mãe completou: – Confie nela, meu filho, ela é uma poderosa sacerdotisa. Tulla agradeceu, mesmo sem muito compreender, colocou o colar em seu pescoço e partiu.
Quando Valentino chegou ao local da Mina de Gelo, encontrou muitos trabalhadores extraindo minérios e pedras preciosas, bem como se deparou com algumas serpentes por entre os córregos, pois era verão e a neve havia derretido. Caminhou por mais um tempo e adentrou uma caverna, escura e repleta de seres alados, que ele julgou ser pequenos morcegos, onde os cristais estavam e, despreocupado, lançou-se em direção a eles para que seus desejos fossem realizados. O que Valentino não sabia é que o poder dos cristais havia realmente mudado seu temperamento anos atrás, mas com a poção mágica dada pela sacerdotisa, o seu corpo fora protegido da radiação dos cristais. No entanto, agora, ele já não tinha mais da poção e como era verão, a radiação dentro da caverna aumentara muito, o que tornava os efeitos dos cristais inimagináveis. Boom!!! Ouviu-se de longe uma explosão de luz e o tremor tomou o ambiente. Tulla e seus homens estavam perto da entrada da Mina quando ouviram o barulho e uma enorme neblina cobriu toda a visão a frente. Logo que adentraram a Mina, a neblina cessou e eles avistaram uma enorme quantidade de morcegos sair voando da caverna dos cristais, com o tamanho e a aparência assustadoramente modificados. Tulla ordenou aos seus homens que ficassem à espreita para uma possível investida contra aquelas criaturas, e ao olhar para a base da montanha, avistou a silhueta de um cavaleiro, que reconheceu como sendo seu pai, pois aquele modelo de armadura apenas os ferreiros de Nova Aliança sabiam forjar. No entanto, estranhou absurdamente a cor rubro enegrecida que dava um aspecto sombrio ao cavaleiro, sem contar os espaços vazios entre as peças, que antes eram feitos de couraça para proteger as partes do corpo que a armadura não protegia. A energia dos cristais, absorvida por Valentino, havia modificado a cor azul esmeralda de sua armadura e havia desintegrado todo o seu corpo. – O que houve com ele? Não compreendo! - pensou Tulla. Nesse mesmo instante, seus cavaleiros já estavam atracados guerreando com morcegos ferozes, maiores que um homem adulto. Tulla brandiu suas duas espadas e foi em direção ao cavaleiro negro, pois ainda não acreditava que aquele era o seu pai. Seus homens venceram os morcegos e tentaram juntar-se a ele, se não fossem as gigantes e horripilantes serpentes com asas que surgiram em seus caminhos. – Fiquem e lutem! Não deixem que elas fujam e ataquem o vilarejo - disse Tulla. Ao aproximar-se do cavaleiro, Tulla sentiu a força da radiação emanada dos cristais e que agora estava no corpo de seu pai, mas o colar dado por Icaris o protegeu, quando, então, foi surpreendido pela voz desesperada de seu pai que vinha de dentro daquela armadura flutuante e sombria. – Fuja, já não consigo mais controlar! O poder dos cristais transformou-me. Saia daqui e deixe-me para morrer! Quando Tulla estava a dois passos do cavaleiro negro, um golpe súbito de espada o fez guinar para a direita, quando pode apenas ouvir o assovio do aço próximo ao seu ouvido. A destreza de Tulla fê-lo prostrar-se rapidamente em posição de luta e ele percebeu definitivamente que o seu pai já não estava mais ali. Uma voz assombrosa saiu do elmo de seu pai e disse: - Eu sou Valento! E assim um duelo iniciou-se. Apesar de Valento ter uma força desproporcional, por conta do poder dos cristais, Tulla tinha a vantagem de ser extremamente rápido, conseguia desviar dos golpes dados por Valento e ao mesmo tempo realizar o contra-ataque. Além disso, ele não sofria influencia da radiação cristálica emanada de Valento, pois seu colar a neutralizava. A luta durou alguns minutos e Tulla percebeu que a espada que era de seu pai estava completamente carregada de uma luz radioativa, igual àquela emanada pelos cristais. Decidiu desarmar Valento e com um salto, num só golpe, de cima para baixo, com suas duas espadas, acertou em cheio a mão que brandia a grande e longa lâmina. Poow!!! A espada luminosa foi ao chão. A armadura que dava forma ao cavaleiro negro amontoou-se aos pés de Tulla, que, por fim, havia derrotado aquele que matara seu pai. Tulla então brandiu a espada de luz que pertencia ao seu pai e adentrou a caverna dos cristais. Cravou a espada em uma rocha feita de gelo e retornou aos seus soldados, para ajudá-los. Tulla só conseguiu tocar a espada por conta do seu colar, abençoado pelos poderes místicos da sacerdotisa Icaris.
Após todo o conflito, os soldados de Nova Aliança, liderados por Tulla foram os responsáveis por derrotar todos os monstros que surgiram daquela explosão radioativa e a partir daquele dia, Tulla selou a Mina com explosivos, para que ninguém pudesse acessá-la. Dali em diante, ele ficou conhecido como o Guardião da Luz, portador do Colar Místico, conhecido como o Colar de Tulla, pois munido desse artefato misterioso, a missão dele seria impedir que qualquer um adentrasse a Mina em busca do poderio dos cristais. Até hoje, o grande feito de Tulla é enunciado nas canções por todo o continente, pois acredita-se que o caos teria surgido se não fosse o seu ato de bravura no dia em que derrotou Valento, o Cavaleiro Amaldiçoado.Editado por Véliger; 04/04/2022, 13:59.
- 1 curtida
Comentar
-
A destruição de Ruinem: Dia destes ruinem era uma cidade prospera que servia de base para encontro da tribo morions e tempskrons. Num dia tardio, ao anoitecer.. Kelvezu, o terrível dragão, apareceu e defenestrou a toda ruinem pegando de surpresa todos aqueles que estiveram a sua frente. Noutrora, após a reunião do conselho, os guerreiros mais fortes de cada tribo foram indicados e com sucesso, prenderam o terrível dragão de fogo nas gélidas cavernas de Santuário Congelado.
Comentar
-
Antes do trono de Babel, Fúria era o responsável por ser dono do trono de maior vilão de todo o continente de priston. Através de estratégias argilinosas e maquiavélicas, o mesmo junto aos centauros e seu submisso Rasha, eram responsáveis por fazer vítimas e absorver almas de guerreiros para se fortalecerem.
Comentar
-
Após a reviravolta na cidade de Pillai, Mokova era aliado dos guerreiros Morions, tal fato que tornavam os Tempskrons com a pulga atrás das orelhas. Mokova sempre foi muito gentil, responsável por passar as coordenadas e manter preso Shy na torre sem fim. Mas num ato covarde, ao atrair tanto os Morions quanto os Tempskrons, Mokova os atacou pelas costas, causando repúdio e raiva de todos os pristonianos que com a ajuda de Mestre Verkan, conseguiram vence-lo, manter Shy preso e pegar sua bota para que jamais consiga sair de seu lugar, sendo amaldiçoado para toda a eternidade como punição a sua traição.
Comentar

Comentar