Minha trajetória no Priston Tale e um apelo por mudanças reais
Jogo Priston Tale desde 2007. Acompanhei as trocas de publicadora, inúmeras atualizações e eventos, mas infelizmente, nesse tempo todo, não percebi mudanças significativas na administração nem uma verdadeira evolução no jogo.
Tive três momentos marcantes com o game: de 2007 a 2011, quando parei com meu Kina no nível 95; no lançamento do servidor Chronus, que reacendeu a adrenalina de jogar PT; e mais recentemente, agora em maio, quando em apenas um dia consegui elevar meu Kina — que levou anos para alcançar o nível 95 sem itens de cash — até o nível 101. Além disso, deixei vários personagens no nível 80+.
Esse avanço rápido, ao mesmo tempo que me trouxe uma certa alegria por finalmente ultrapassar o nível 100, também me frustrou profundamente. Mostra o quanto o jogo perdeu a sua essência.
Lembro de chorar quando meu pet sumiu ao alcançar o nível 10. Eu era só uma criança, mas aquilo representava a magia que o jogo carregava. Uma magia que hoje parece não existir mais — pelo menos, não no servidor oficialmente brasileiro.
Nessa minha volta ao jogo, fui investigar o cenário atual, tanto no exterior quanto na comunidade local, e cheguei à mesma conclusão de anos atrás: o Priston Tale Brasil continua nas mãos de um pequeno grupo de veteranos que praticamente vivem disso.
Não importa se os mapas estão vazios, se é praticamente impossível jogar sem item shop, ou se novos jogadores abandonam o jogo rapidamente — o que vale é agradar uma minoria influente. Jogadores com nomes de times que há tempos deixaram de representar a comunidade, mas que hoje são tratados como porta-vozes oficiais. Aquilo que antes parecia uma suspeita (de que ganhavam benefícios da administração) hoje é evidente: recebem para falar bem do jogo e, muitas vezes, mascarar a realidade.
Um exemplo recente disso foi neste fim de semana, quando, coincidindo com um grande acontecimento internacional que mobilizou milhões de jogadores mundo afora, um vídeo no YouTube, publicado por um desses “representantes”, anunciou a chegada da nova engine no BPT. O tom era quase patriótico: “abra os olhos, pare de idolatrar servidores estrangeiros, o importante é ser brasileiro.” Uma mensagem forçada, com timing oportunista, que infelizmente não corresponde a uma mudança de fato.
Claro, estou usando metáforas. Se eu for mais direto, meu post corre o risco de ser apagado — prática comum da equipe de GMs com qualquer crítica mais incisiva.
Na época em que comecei, ver um GM online era emocionante. Hoje, apesar de ainda aparecerem, eles não interagem como antes. Não veremos mais um GM te acompanhando no up em Oasis ou no Templo Maldito. E nem faria sentido — esses mapas estão desertos. Os jogadores estão todos nos mapas high level. O caminho até lá perdeu o valor.
Hoje, se eu criar uma conta agora, consigo chegar ao nível 80 no mesmo dia — sem sequer usar item shop. E com ele, então, é garantido. Isso destrói a sensação de progresso e descoberta que fez tantos de nós amarem o jogo.
Então, onde está a magia do Priston Tale?
Ela ainda existe — mas não no Brasil. E o motivo é claro: o jogo está dominado por um grupo que não quer perder sua posição. Já houve casos em que jogadores processaram a empresa por terem seus personagens banidos. Mesmo admitindo erro, conseguiram reaver seus personagens judicialmente. Hoje, muitos desses jogadores têm cargos e espaços exclusivos em canais oficiais — e, sim, recebem por isso.
Depois desse longo desabafo, gostaria de deixar algumas sugestões:
1. Reestruturação dos servidores
Unifiquem os servidores clássicos. Eles poderiam ser mantidos para os jogadores que disputam o nível máximo, mas vamos ser sinceros: esse tipo de competição já não move mais a comunidade como antes. Quem ainda ama o jogo em sua essência está jogando em "outros continentes".
2. Criação de servidores de temporada
Inspirado em jogos modernos de RPG e no que já acontece na Europa, esse modelo revitaliza o jogo. Imagine: todo mundo começa no nível 1, em um servidor com XP reduzida (como no Chronus), com passe de batalha, eventos exclusivos e tempo determinado. Ao final da temporada, os personagens são realocados para um servidor “fora de temporada” ou arquivados na nuvem. Depois, um novo ciclo recomeça.
Esse sistema:
3. Fim dos subservidores
Se os mapas estão vazios, por que dividir ainda mais os jogadores?
No novo servidor, apenas um subservidor basta. Melhorem a estrutura do servidor de hospedagem afim de conseguir alocar a quantidade de jogadores dentro do mapa. O ajuste de spawns é possível também, sem intervenção da Masangsoft.
Quanto aos servidores clássicos, se há um problema de falta de spawn nos mapas de alto nível, reestruturem todos os mapas do jogo para comportar esses jogadores. Isso é totalmente possível sem intervenção da Masangsoft, com ajustes nos drops e na XP dos mobs. O importante é notar que esses servidores clássicos não funcionam mais como está hoje.
4. Fim das “particularidades” do BPT
Por que o servidor brasileiro é tão diferente do KPT? Temos XP exageradamente alta, itens exclusivos, mecânicas que não existem em outros servidores, e isso só atrapalha. Essa customização dificulta a entrega de atualizações, pois obriga a Masangsoft a fazer ajustes específicos só para nós. Quanto mais próximo do original, mais ágil será o processo.
A personalização deve estar nos eventos, lives, interação com a comunidade e campanhas criativas — e não no código do jogo.
5. Profissionalizem o marketing
Hoje, a divulgação do BPT é extremamente limitada. Ela parece feita só pra quem já joga — como se a Zenit falasse apenas com quem já está dentro do barco. Mas, se a ideia é expandir e trazer novos jogadores, o marketing precisa sair dessa bolha. Hoje, tudo parece muito engessado, muito distante. Falta vida no jogo — e isso vem da interação, da presença ativa da Zenit com os jogadores.
Eventos da comunidade, lives e vídeos criados pela própria Zenit com conteúdo do jogo... tudo isso já é comum em outros jogos online e faz uma diferença enorme na forma como os jogadores enxergam a empresa por trás do game. Não dá mais pra depender só dos próprios jogadores pra gerar engajamento. A Zenit pode (e deveria) contratar uma equipe de marketing de verdade, gente que pense estrategicamente, que crie conteúdo, que esteja presente com a comunidade.
O boom que rolou no lançamento do Chronus foi prova disso: quando o marketing é bem feito, a galera aparece. Foi um hype real, gerado por uma boa campanha. Por que não repetir essa fórmula?
O BPT tem uma oportunidade incrível de se aproximar da comunidade. Que tal um vídeocast oficial no YouTube, com convidados da staff, jogadores veteranos, criadores de conteúdo? Que tal eventos semanais que valham item shop, com desafios criativos? Isso é o tipo de coisa que não depende da Masangsoft — depende só de vontade e organização daqui.
De fora, a impressão é que "tudo está nas mãos da Masangsoft". Mas a verdade é que há muito que pode ser feito por aqui mesmo. E isso não é só por amor ao jogo — é visão de negócio.
Com presença, criatividade e compromisso com a comunidade, o Priston pode se tornar relevante de novo. E mais do que isso: pode voltar a ser um jogo que as pessoas têm orgulho de jogar.
Conclusão
Os jogadores não estão escolhendo servidores de fora por capricho. Estão fugindo de um ambiente que já não é acolhedor, justo ou divertido.
Eu voltei há 1 mês para o BPT, mas desisti dele em apenas uma semana. No entanto, explorei "outros caminhos" — e posso dizer com certeza: estou muito, mas muito feliz com o que encontrei. Consegui, finalmente, sentir aquela mesma felicidade que tive lá em 2007.
Continente lotado, cheio de experiências, mensagens como "party full", etc. E o melhor, com gente disposta a gastar — e gastando em euro, não em real. A pergunta que fica é: quanto dinheiro o BPT está deixando de ganhar por não investir em marketing de verdade e em ações que conectem com os jogadores?
Zenit, vocês podem reerguer o servidor. Mas, para isso, é preciso parar de ouvir sempre a mesma meia dúzia de jogadores que ditam as regras. Comecem a fazer mudanças reais para a comunidade.
Algumas ações que vocês vêm tomando já mostram resultado. Mas é preciso ir além.
Se a ideia é ver o servidor crescer, são necessárias medidas de longo prazo — mudanças estruturais e duradouras. Vocês querem atrair novos jogadores para o game? Ou apenas manter os que já estão?
Hoje, qualquer novo jogador alcança níveis altos rapidamente — mas joga sozinho. O que ele encontra? Cidades cheias de lojas e mapas vazios. Uma experiência fria e desmotivadora. O oposto do que era o Priston Tale no passado. Isso é algo positivo pra vocês?
Se a intenção é sustentar o jogo a longo prazo, então várias coisas precisam mudar. A lógica do item shop, seus valores e sua importância, os servidores e os eventos... tudo isso precisa de uma repaginada.
Essa fragmentação excessiva com tantos servidores, o XP extremamente elevado e a grande quantidade de subservidores — tudo isso atrapalha a dinâmica e evolução do jogo.
Porque o que está em jogo aqui não é só um game — é a memória afetiva de milhares de jogadores que, como eu, ainda torcem para que essa magia volte a existir.
Jogo Priston Tale desde 2007. Acompanhei as trocas de publicadora, inúmeras atualizações e eventos, mas infelizmente, nesse tempo todo, não percebi mudanças significativas na administração nem uma verdadeira evolução no jogo.
Tive três momentos marcantes com o game: de 2007 a 2011, quando parei com meu Kina no nível 95; no lançamento do servidor Chronus, que reacendeu a adrenalina de jogar PT; e mais recentemente, agora em maio, quando em apenas um dia consegui elevar meu Kina — que levou anos para alcançar o nível 95 sem itens de cash — até o nível 101. Além disso, deixei vários personagens no nível 80+.
Esse avanço rápido, ao mesmo tempo que me trouxe uma certa alegria por finalmente ultrapassar o nível 100, também me frustrou profundamente. Mostra o quanto o jogo perdeu a sua essência.
Lembro de chorar quando meu pet sumiu ao alcançar o nível 10. Eu era só uma criança, mas aquilo representava a magia que o jogo carregava. Uma magia que hoje parece não existir mais — pelo menos, não no servidor oficialmente brasileiro.
Nessa minha volta ao jogo, fui investigar o cenário atual, tanto no exterior quanto na comunidade local, e cheguei à mesma conclusão de anos atrás: o Priston Tale Brasil continua nas mãos de um pequeno grupo de veteranos que praticamente vivem disso.
Não importa se os mapas estão vazios, se é praticamente impossível jogar sem item shop, ou se novos jogadores abandonam o jogo rapidamente — o que vale é agradar uma minoria influente. Jogadores com nomes de times que há tempos deixaram de representar a comunidade, mas que hoje são tratados como porta-vozes oficiais. Aquilo que antes parecia uma suspeita (de que ganhavam benefícios da administração) hoje é evidente: recebem para falar bem do jogo e, muitas vezes, mascarar a realidade.
Um exemplo recente disso foi neste fim de semana, quando, coincidindo com um grande acontecimento internacional que mobilizou milhões de jogadores mundo afora, um vídeo no YouTube, publicado por um desses “representantes”, anunciou a chegada da nova engine no BPT. O tom era quase patriótico: “abra os olhos, pare de idolatrar servidores estrangeiros, o importante é ser brasileiro.” Uma mensagem forçada, com timing oportunista, que infelizmente não corresponde a uma mudança de fato.
Claro, estou usando metáforas. Se eu for mais direto, meu post corre o risco de ser apagado — prática comum da equipe de GMs com qualquer crítica mais incisiva.
Na época em que comecei, ver um GM online era emocionante. Hoje, apesar de ainda aparecerem, eles não interagem como antes. Não veremos mais um GM te acompanhando no up em Oasis ou no Templo Maldito. E nem faria sentido — esses mapas estão desertos. Os jogadores estão todos nos mapas high level. O caminho até lá perdeu o valor.
Hoje, se eu criar uma conta agora, consigo chegar ao nível 80 no mesmo dia — sem sequer usar item shop. E com ele, então, é garantido. Isso destrói a sensação de progresso e descoberta que fez tantos de nós amarem o jogo.
Então, onde está a magia do Priston Tale?
Ela ainda existe — mas não no Brasil. E o motivo é claro: o jogo está dominado por um grupo que não quer perder sua posição. Já houve casos em que jogadores processaram a empresa por terem seus personagens banidos. Mesmo admitindo erro, conseguiram reaver seus personagens judicialmente. Hoje, muitos desses jogadores têm cargos e espaços exclusivos em canais oficiais — e, sim, recebem por isso.
Depois desse longo desabafo, gostaria de deixar algumas sugestões:
1. Reestruturação dos servidores
Unifiquem os servidores clássicos. Eles poderiam ser mantidos para os jogadores que disputam o nível máximo, mas vamos ser sinceros: esse tipo de competição já não move mais a comunidade como antes. Quem ainda ama o jogo em sua essência está jogando em "outros continentes".
2. Criação de servidores de temporada
Inspirado em jogos modernos de RPG e no que já acontece na Europa, esse modelo revitaliza o jogo. Imagine: todo mundo começa no nível 1, em um servidor com XP reduzida (como no Chronus), com passe de batalha, eventos exclusivos e tempo determinado. Ao final da temporada, os personagens são realocados para um servidor “fora de temporada” ou arquivados na nuvem. Depois, um novo ciclo recomeça.
Esse sistema:
- Incentiva novos começos com igualdade;
- Dá relevância a cada fase do jogo;
- Mantém o servidor sempre ativo e interessante.
3. Fim dos subservidores
Se os mapas estão vazios, por que dividir ainda mais os jogadores?
No novo servidor, apenas um subservidor basta. Melhorem a estrutura do servidor de hospedagem afim de conseguir alocar a quantidade de jogadores dentro do mapa. O ajuste de spawns é possível também, sem intervenção da Masangsoft.
Quanto aos servidores clássicos, se há um problema de falta de spawn nos mapas de alto nível, reestruturem todos os mapas do jogo para comportar esses jogadores. Isso é totalmente possível sem intervenção da Masangsoft, com ajustes nos drops e na XP dos mobs. O importante é notar que esses servidores clássicos não funcionam mais como está hoje.
4. Fim das “particularidades” do BPT
Por que o servidor brasileiro é tão diferente do KPT? Temos XP exageradamente alta, itens exclusivos, mecânicas que não existem em outros servidores, e isso só atrapalha. Essa customização dificulta a entrega de atualizações, pois obriga a Masangsoft a fazer ajustes específicos só para nós. Quanto mais próximo do original, mais ágil será o processo.
A personalização deve estar nos eventos, lives, interação com a comunidade e campanhas criativas — e não no código do jogo.
5. Profissionalizem o marketing
Hoje, a divulgação do BPT é extremamente limitada. Ela parece feita só pra quem já joga — como se a Zenit falasse apenas com quem já está dentro do barco. Mas, se a ideia é expandir e trazer novos jogadores, o marketing precisa sair dessa bolha. Hoje, tudo parece muito engessado, muito distante. Falta vida no jogo — e isso vem da interação, da presença ativa da Zenit com os jogadores.
Eventos da comunidade, lives e vídeos criados pela própria Zenit com conteúdo do jogo... tudo isso já é comum em outros jogos online e faz uma diferença enorme na forma como os jogadores enxergam a empresa por trás do game. Não dá mais pra depender só dos próprios jogadores pra gerar engajamento. A Zenit pode (e deveria) contratar uma equipe de marketing de verdade, gente que pense estrategicamente, que crie conteúdo, que esteja presente com a comunidade.
O boom que rolou no lançamento do Chronus foi prova disso: quando o marketing é bem feito, a galera aparece. Foi um hype real, gerado por uma boa campanha. Por que não repetir essa fórmula?
O BPT tem uma oportunidade incrível de se aproximar da comunidade. Que tal um vídeocast oficial no YouTube, com convidados da staff, jogadores veteranos, criadores de conteúdo? Que tal eventos semanais que valham item shop, com desafios criativos? Isso é o tipo de coisa que não depende da Masangsoft — depende só de vontade e organização daqui.
De fora, a impressão é que "tudo está nas mãos da Masangsoft". Mas a verdade é que há muito que pode ser feito por aqui mesmo. E isso não é só por amor ao jogo — é visão de negócio.
Com presença, criatividade e compromisso com a comunidade, o Priston pode se tornar relevante de novo. E mais do que isso: pode voltar a ser um jogo que as pessoas têm orgulho de jogar.
Conclusão
Os jogadores não estão escolhendo servidores de fora por capricho. Estão fugindo de um ambiente que já não é acolhedor, justo ou divertido.
Eu voltei há 1 mês para o BPT, mas desisti dele em apenas uma semana. No entanto, explorei "outros caminhos" — e posso dizer com certeza: estou muito, mas muito feliz com o que encontrei. Consegui, finalmente, sentir aquela mesma felicidade que tive lá em 2007.
Continente lotado, cheio de experiências, mensagens como "party full", etc. E o melhor, com gente disposta a gastar — e gastando em euro, não em real. A pergunta que fica é: quanto dinheiro o BPT está deixando de ganhar por não investir em marketing de verdade e em ações que conectem com os jogadores?
Zenit, vocês podem reerguer o servidor. Mas, para isso, é preciso parar de ouvir sempre a mesma meia dúzia de jogadores que ditam as regras. Comecem a fazer mudanças reais para a comunidade.
Algumas ações que vocês vêm tomando já mostram resultado. Mas é preciso ir além.
Se a ideia é ver o servidor crescer, são necessárias medidas de longo prazo — mudanças estruturais e duradouras. Vocês querem atrair novos jogadores para o game? Ou apenas manter os que já estão?
Hoje, qualquer novo jogador alcança níveis altos rapidamente — mas joga sozinho. O que ele encontra? Cidades cheias de lojas e mapas vazios. Uma experiência fria e desmotivadora. O oposto do que era o Priston Tale no passado. Isso é algo positivo pra vocês?
Se a intenção é sustentar o jogo a longo prazo, então várias coisas precisam mudar. A lógica do item shop, seus valores e sua importância, os servidores e os eventos... tudo isso precisa de uma repaginada.
Essa fragmentação excessiva com tantos servidores, o XP extremamente elevado e a grande quantidade de subservidores — tudo isso atrapalha a dinâmica e evolução do jogo.
Porque o que está em jogo aqui não é só um game — é a memória afetiva de milhares de jogadores que, como eu, ainda torcem para que essa magia volte a existir.



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